23 de dezembro de 2007

Proposta de um Natal feliz

"Um anjo apareceu a Maria e disse-lhe: 'Não tenhas receio, pois achaste graça diante de Deus. Hás-de conceder no teu seio e dar à luz um um filho, ao qual porás o nome de Jesus.' "

Pois é, finalmente chegou o Natal!
Como todos sabemos, o Natal surgiu/surge como o aniversário do nascimento de Jesus Cristo, Filho de Deus. Contudo, são cada vez menos as pessoas que o vivem.
As razões? São várias...mesmo assim, ainda existem famílias onde o Menino Jesus nasce, proveniente de uma boa preparação de espírito e de alma...
Este Natal, propomos para quem assim o deseje, um conjunto de reflexões, para que no dia da natividade possamos pensar e reflectir no que se tornou ou é o nosso Natal. Sabemos que tal é difícil. Na verdade, o dia de Natal faz com que estejamos 'muito ocupados' a ver televisão, embrulhar presentes de última hora, cozinhar as mais belas especialidades culinárias...e assim, a reflexão torna-se difícil ou mesmo impossível. Fala-se muito sobre o espírito que se deve ter no Advento, e na época do Natal...mas pouco sobre o dia.
O que deveríamos sentir? Pensemos todos nisso...
Como devemos viver esse dia? Eis uma questão para reflectir...
Para ajudar, cá vão algumas sugestões de afirmações que nos poderão ajudar a todos a repensar o nosso Natal. Pensem, reflictam, julguem, e vivam este Natal da maneira que acharem mais adequada, consoante as conclusões retiradas:
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-Natal só há um, num dia especial do ano. Contudo, há um espírito que deveria, tal como Jesus, nascer nesse dia, viver durante o resto do ano, e que caso morra, ressuscite. Esse espírito, é o espírito de Amor.
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-Não podemos pensar no Natal como uma época estanque de Solidariedade temporária. Temos que pensar no Natal como nascimento e comemoração da Caridade presente em nós.
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-Não há presente nenhum que compre um bom Natal. Todos temos, em algum momento das nossas vidas, a prova disso...
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- O Natal não é só uma festa de ou para a família. É uma festa que deveríamos VIVER com a nossa família e em comunhão com DEUS!
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Já agora!
Para aqueles que não sabem o que fazer da sua noite de consoada, e que possam e queiram dar um pouco de si nessa noite aos outros, aqui fica uma proposta:
No dia 24 de Dezembro, ás 22:30h na porta giratória principal do CC Atrium Saldanha, Metro Saldanha de Lisboa, leve comida que tiver sobrado da Ceia de Natal (não cozinhe carnes de propósito para levar), roupas, calçado, livros, cobertores, entre outros objectos que achar útil para distribuir pelos sem-abrigo. Saiba mais do que pode levar, do que se vai fazer e do projecto em si através do link abaixo indicado. Neste dia é importante que algumas pessoas levem a sua viatura para ajudar a transportar os bens alimentares e roupa. Para mais informações sobre o projecto, vá a:
http://infonature.org/site-pt/node/19 .

Nós por cá, desejamos um Feliz e Santo Natal para todos os que nos visitem, ou se for somente o caso...um feriado feliz!
18 de dezembro de 2007

Sim, e é Natal

- Começo a notar que as pessoas dizem sempre uma coisa diferente daquilo que pensam e querem realmente. São poucas as pessoas cujas palavras correspondem por completo à realidade das suas vidas.
- Tens razão. Isto hoje está muito instável.
- O tempo?
- Também. A realidade é que cada vez mais chove sempre dentro de nós.
1 de dezembro de 2007

Prefácio de Advento

Já começou o Natal.
As ruas e as montras estão decoradas, os catálogos de compras multiplicam-se, fazem-se listas, planos, combinações. Acima de tudo, aumentam a azáfama e as compras. A bablbúrdia é grande, mas todos, até os mais empedernidos, vivem a necessidade de se sentirem bem-dispostos e serem simpáticos para os outros. Começou o Natal.
Cheira-se no ar aquele ambiente estranho, surpreendentemente confortável e doce. Este ano é outra vez Natal. Vêm à memória momentos da infãncia. Reaparecem símbolos inusitados e anacrónicos: sinos, azevinho, trenós, bonecos de neve, estrelas, estábulos. Ninguém sabe exactamente o que querem dizer e soam a estranho na nossa sociedade electrónica. Mas é issso que constitui o espírito de Natal. A actividade económica e problemática sócio-política têm de se preparar de novo. Começou o Natal.
No meio de tanta confusão, passa um burrinho com uma Senhora grávida em cima e o marido ao lado. Vão silenciosos, como que perdidos na labuta da grande cidade. Pedem guarida, apenas suplicam um lugar para pernoitar. Afinal, o bebé está quase a nascer. Poderiam dispensar uma hospedagem só por uma noite, esta noite de Natal?
Naturalmente, hoje como em todos os anos dos últimos mil, poucos lhes ligam. Já começou o Natal e estamos demasiado ocupados em todas as preparações para lhes dar atenção. Não há lugar para eles nesta nossa intensa actividade. Temos de decorar ruas e montras, ler os catálogos de compras, fazer listas, planos, combinações. Não é por mal, ou por grosseria que não lhes ligamos. Afinal, é Natal, a época menos adequada para estes estranhos nos virem perturbar.
Mas hoje, como em todos os anos dos últimos dois mil, o Menino insiste em nascer. Perante o nosso alheamento e indiferença, Ele teima em nascer. Escolhe o momento mais incómodo, a altura mais perturbada, o instante mais atarefado. Escolhe o Natal.
A actividade económica e a problemática sócio-política, mesmo que mergulhadas no espírito natalício, não têm lugar para Eles. As nossas tarefas familiares e ocupações profissionais não permitem que Lhe liguemos. Mas Ele insiste sempre em nascer. Nem que seja num estábulo. Num estábulo vazio e frio, o único sítio da cidade que tem lugar para Ele.
Era suposto o estábulo estar vazio. Há tanto a fazer no Natal, há tanta actividade na cidade, que ninguém tem tempo para ir ao estábulo vazio e frio. Só por isso é que há ali lugar para Ele. Só por isso é que o Menino conseguiu nascer. Mas depois, surpreendentemente, aquele estábulo fica cheio de gente.
Os pastores e os magos visitam o Menino. Eles sabiam que o Menino viria. Eles tinham começado o Advento, depois da festa do Cristo-Rei. Tinham iniciado o ano litúrgico e seguido as várias semanas de preparação para a chegada do Menino. Foram à missa, rezaram o Terço, confessaram-se, acompanharam a liturgia festiva desta época incomparável do ciclo anual. Desta forma é que conseguiam ouvir a mensagem do Anjo e seguir a estrela até o Presépio. Desta forma é que foram ouvindo "Glória a Deus nas alturas e paz na Terra aos homens por Ele amados" (Lc 2, 14).
Claro que os pastores e os magos também estão muito atarefados na azáfama geral. Afinal, já começou o Natal e há muito a fazer. Também eles aumentam o bulício e as compras. Mas fazem-no acompanhando a viagem do burrinho com a Senhora grávida e o marido do lado. Fazem-no para festejar o nascimento do Menino. Fazem-no para nascer de novo, com o Menino. E só assim é que é possível a presença do Menino nas festas de Natal deste ano. Só através de todos os que se ocuparam intensamente nessas festas, mas a pensar no Menino. Por causa do Menino.
Aliás, são os pastores e os magos que, mais do que ninguém, cheiram no ar aquele ambiente estranho, surpreendentemente confortável e doce. São eles que revivem na memória momentos da infãncia, da juventude, da velhice. Momentos em que foi, mais uma vez, Natal. São eles que, no meio da azáfama, entendem os símbolos, os sinos, o azevinho, os trenós, os bonecos de neve, a Estrela, o Estábulo. São eles os únicos que sabem exactamente o que querem dizer os símbolos e como eles se enquadram estranhamente em todos os séculos. Até na nossa sociedade electrónica. São eles que vivem o verdadeiro espírito de Natal.
Aquele espírito que todos sentem, mesmo no meio da azáfama. Porque todos vivem o espírito de Natal, aquela necessidade estranha de se sentir bem-disposto e ser simpático para os outros. Mas o único espírito de Natal que existe vem daqui. Aquele espírito que todos, até os mais empedernidos, sentem vem daqui. Não há outra fonte do espírito de Natal senão o nascimento do Menino. E este espírito só se pode entender seguindo o Advento, as várias semanas de preparação, indo à Missa, rezando o Terço, confessando-se, acompanhando a liturgia festiva desta época incomparável do ciclo anual. Todos, mesmo os mais empedernidos, é daqui, mesmo sem o saberem, que recebem o espírito único, aquele ambiente estranho, surpreendentemente confortável e doce.
Este ano, vai nascer um Menino. Este ano, apesar da nossa azáfama, conscientes ou inconscientes, vai nascer o Menino. Quem O traz, em cima do burrinho e ao lado do marido, é a Senhora. E a senhora chama-se Igreja. Já Começou o Natal!
"Autos de Natal"
João César das Neves
Lucerna
Imagens da paróquia de Nª Srª da Ajuda, Lisboa
30 de novembro de 2007

Linhas a dois - Aniversário do "Blog"

Um aniversário consiste na combinação do dia e do mês em que algo nasceu repetindo-se todos os anos.
Num sentido mais geral, refere-se a uma comemoração de periodicidade anual de um qualquer evento importante, como um nascimento ou uma batalha.
Seja como for, um aniversário é algo onde se comemora o que não deve ser esquecido, porque significa grandes mudanças.
O grupo, exactamente neste dia, iniciou há 2 anos atrás, uma viagem diferente: criou este espaço na internet. Nestes dois anos, foram deixadas cá 158 postagens e inúmeros comentários referentes ao grupo, ás actividades, sendo muitas delas boas, más, despropositadas e/ou construtivas.
Contudo, cada frase, cada linha que aqui está escrita, servirá para contar algo: uma história.
Uma história que se manterá imortal por cada um dos que já aqui veio e participou de alguma forma neste espaço, e que conta a história de um grupo de jovens que juntos, ousaram crer.
Propomos um exercício a quem acompanha este "blog": experimente fazer uma breve passagem pelos 24 meses deste espaço. Irá ver, sem dúvida, notar uma evolução, uma construção de maturidade, e uma continuidade que ninguém previa.
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Estas linhas.
Linhas visitadas por quase 16.000 usuários.
Linhas que poderão, um dia, ajudar alguém que virá depois de nós.
Linhas que poderão ajudar alguém a encontrar o seu caminho.
Linhas que nos lembrarão que a nossa história existiu e que apesar de tudo, valeu a pena.
Linhas essas, que por apenas existirem, merecem os nossos parabéns!
25 de novembro de 2007

Um presente solidário

Boas Vindas, irmãos!
Este fim-de-semana, demos início à campanha de Natal comunitária, que foi muito bem recebida por parte da nossa comunidade, muito além das nossas expectativas!
As pessoas estavam com sede de ser solidárias, e ficaram espantadas com os diversos modos com que o poderão fazer!
Para já, aqui ficam algumas fotografias dos objectos em venda da campanha, todos realizados pelo grupo, no passado dia 24 de Novembro, à tarde:
Presépios de gesso, pintados em cores coloridas e a ouro-velho, juntamente com algumas velas alusivas à época (atrás)
Algumas mini-figuras em gesso pintadas pelo grupoCaixas de madeira pintadas e estampadas à mão, juntamente com algumas bolsas e os postais de Natal com a Oração de S. Francisco de AssisBolsas e malas de pano, para todos os gostosPregadores de tecido, em forma de florTerrinas de vidro, estilizadas pelo "Ser Ajuda"
O panorama da campanha, juntamente com a Mónica, uma das nossas artistas do grupo!Lembramos que muitos destes artigos já foram comprados, mas se tiverem interessados, aceitamos encomendas!
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Não se esqueçam:
-Estaremos a inovar nos artigos, ao longo das semanas!
-Fazemos encomendas (nomeadamente do boneco ó-ó realizado pela instituição da "Ajuda de Berço")
-Começaremos a recolher artigos da "lista de necessidades" entre outros, que queiram doar (mesmo que não façam parte da "lista de necessidades", faremos com que sejam entregues a outras instituições mais apropriadas)
-Estaremos em campanha, todos os fins-de-semana, até o dia 16 de Dezembro!
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Seja solidário, e ajude a "Ajuda de Berço", "Ajuda de Mãe", e a campanha "Por Darfur- Semear a esperança"!
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COLABORE...e desde já um muito obrigado!
21 de novembro de 2007

Retiro Natalício em Janas

Visto que nos encontramos em plena campanha solidária, nada melhor que reflectirmos sobre o nosso Natal, a nossa vida como pessoas e como indivíduos de um grupo...
Para tal, faz sentido a realização de um retiro em Janas, algo que é raríssimo o grupo efectuar! Não é que não gostemos (pelo contrário!), mas é que com tantas actividades dentro e fora da Igreja (como a catequese, a escola, faculdade, entre outros), é complicado encontrar um fim-de-semana propício a todos. Pois, bem: esse fim-de-semana chegou!
Será no próximo dia 21,22 e 23 de Dezembro, bem antes do Natal. Vai ser óptimo passarmos uma espécie de consoada juntos!
Aproveitaremos para planear as nossas futuras actividades, reflectir sobre o verdadeiro significado do Natal, estar em comunhão com a época e com Cristo, e traçar mais laços de união (aproveitando a "boa-onda" que se vive actualmente neste grupo de amigos).
Até lá já sabem: continuem a contribuir connosco pela "Ajuda de Berço", "Ajuda de Mãe" e "Por Darfur", ajudando-nos a ajudar!
"De terra em terra,de coração em coração,de um lugar para outro.O calor e alegria do Natal, aproxima-nos mais uns aos outros..." - Emilly Matthews
18 de novembro de 2007

Campanha de Solidariedade de Natal


Todos os dias nascem e morrem inúmeras pessoas.
É a lei da Vida, ninguém o pode negar.
Mas há acontecimentos sobre os quais podemos e devemos lutar!
Acontecimentos, devemos crer, serem contra o rumo natural da vida.
A pobreza e a guerra são algumas delas...
Para tal, o grupo decidiu realizar uma campanha a nível comunitário, que pretende mais que tudo, "dar a oportunidade à nossa comunidade de ser solidário dentro daquilo que podem dar".
Assim sendo, o "Ser Ajuda" aliou-se a três causas:

Deste modo (e como podem observar pelo vídeo), o grupo irá montar um pequeno posto solidário, onde poderá comprar alguns objectos de artesanato realizados por nós, que irão ser posteriormente divididos pelas três instituições!
Nas bancadas existentes, poderá encontrar os seguintes artigos:
-Presépios e outras figuras em gesso, pintados à mão
-Postais de Natal (com uma promoção de leve três, pague dois)
-T-shirts solidárias
-Velas alusivas à época, para reflexão
-Dezenas
-Artesanato em pano e outras peças de artesanato, elaborados pelo grupo (exemplo: caixas)
-Jogos para crianças
-Encomenda do Boneco ó-ó (realizado pela "Ajuda de Berço")

Para além disso, poderá também informar-se sobre estas e outras campanhas, e saber como podem ajudar de uma forma mais directa e participativa.
Aliás, nesta campanha, estamos a propor-lhe semear a solidariedade no coração de alguém próximo. Para tal, desafiamo-lo a oferecer uma das nossas peças de solidariedade a um amigo/familar, e que leve um folheto de como pode ajudar mais activamente, visto que o grupo irá também realizar ao longo do ano uma recolha de alguns produtos da lista de necessidades da Ajuda de Berço, tais como:
Para tal, basta entregar directamente a um membro nas bancadas nos dias da campanha, ou endereçado ao grupo na Sala de Pedra.
Lembramos também que apenas 20€ farão com que, na campanha "Por Darfur", uma criança possa estudar durante um trimestre, e tenha uma refeição (não perca também a oração "É a hora!").

Mais do que tudo, queremos dar a oportunidade de neste Natal, a comunidade estar mais recíproca ao auxílio ao próximo. Como podem ver, ajudar é fácil e abrange todos os que quiserem contribuir!
Apareça e Contribue!
9 de novembro de 2007

O "Ser Ajuda" apresenta"- Oração de Natal


Ao vizualizar o vídeo, irá conhecer uma das novas actividades do grupo.
Contudo, outras irão ser dadas a conhecer...brevemente!

7 de novembro de 2007

Dados para reflectir...

Há umas semanas, os usuários deste espaço foram convidados a participar em dois inquéritos com as seguintes questões:
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-Sentes-te Consciencializado sobre a situação actual vivida no Darfur?
-Achas que os jovens têm um papel activo na Igreja e na Comunidade?
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Visto que estamos em época de mudanças no grupo e no site (ainda não finalizadas), decidimos fazer uma pequena reflexão sobre os dados seguintes obtidos:
Como podemos ver, os usuários do nosso espaço pensam que não se sentem consciencializados ou não notam que a população esteja informada sobre o genucídio presente no Darfur, algo que nos faz rever as nossas acções como cristãos e membros da sociedade...é urgente fazer algo, agir e ser perante o que se está a passar...
Para além disso, podemos ver que os utilizadores do nosso espaço cibernauta pensam que os jovens têm um papel actual activo perante a igreja, contudo, sem grandes apoios (...)
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Porquê?
O que tem então que mudar na nossa sociedade e na nossa comunidade?
6 de novembro de 2007

Em actualização

Devido ao facto de este espaço completar o seu segundo aniversário, decidimos fazer uma já muito pedida reforma (que o antigo formato já deu tudo o que tinha a dar...).
Prometemos ser breves, e desde logo considerar nessa mesma reforma, o conteúdo das novas actividades 2007/2008!
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Obrigado
20 de outubro de 2007

Nós por cá

(Novo Placar 2007/2008- a meio da sua elaboração)
Antes de mais, pedimos desculpa por não estarmos a conseguir actualizar este espaço de uma forma mais regular, mas o tempo e as mudanças que todos nós estamos a sentir neste momento, não nos estão a conseguir manter a regularidade habitual...
Contudo, as novidades são mais que muitas, e o grupo não está parado! Começamos por contar que recebemos um "e-mail", com o seguinte conteúdo:
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Boa tarde
Sou uma das representantes do grupo de Jovens de Fornos, Santa Maria da Feira, e numa das pesquisas que fui fazendo pela net, encontrei o vosso site.
Li vários "post" e como muitos disseram, tambem eu fiquei fascinada com os textos vencedores do concurso de Arte Cristã.
O que eu queria era se seria possivel da vossa parte enviar-me todas as histórias, desde o 1º até aos premios de mérito em documento PDF, devidamente identificadas com o nome do autor e sua paróquia.
O objectivo deste nosso pedido é para divulgar um pouco estas historias e tambem mostrar aos mais novos, 15 e 16 anos, e até mais velhos, que não há problema eles acreditarem em algo que nos transcende a todos e que ser diferente de uma sociedade de descrentes é muito bom e até gratificante.
Agradeço-vos desde já em nome do grupo de jovens de Fornos.
Sem mais nada a acrescentar,
Rita Silva
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Foi muito bom para nós vermos que um trabalho passado pode ser reproduzido e encarado de uma forma produtiva, por várias regiões!
Mudando de assunto: já muito se tem especulado (especulação inopurtona, visto ser realizada antes do conhecimento de novas realidades) sobre o tipo de actividades o grupo vai realizar este ano, primordialmente a forma...ou mesmo se o "Ser Ajuda" iria realizar alguma actividade este ano...
Não se "livram" de nós muito facilmente (hehe), e este ano, o "Ser Ajuda" continuará com as suas actividades...CONTUDO, essas actividades vão ter um conteúdo "diferente".
Isto tudo vem no ãmbito da mudança de realidades por parte dos membros do grupo. É difícil planear actividades anuais, quando maior parte do grupo está na faculdade (algo que há 3/4 anos era perfeitamente possível). Para além disso, e como foi referido na última actividade do grupo, a "Via Lucis", num prólogo à comunidade: "Esta será a última, ou das últimas actividades do género realizadas pelo grupo, que irá entrar numa fase de mudança, crescimento, e renovação".
Para além disso, as nossas idades mudaram, e agora somos levados mais a sério e com mais responsabilidade, logo poderemos ousar. E esta será a palavra de ordem: "ousar".
As nossas actividades (do qual nos orgulhamos muito, que fique bem explícito), serviram para crescermos na palavra de Deus, crescermos como grupo, e prepararmos terrenos e alicerces para novas aprendizagens...com 14 anos, tal seria impossível, ainda por cima com as ajudas e o núcleo disponíveis na altura, perceba quem possa e assim entenda que deve...
Essa nova (que não é assim tão nova) tiplogia de actividades está em fase de planeamento por parte do grupo, logo não podemos adiantar muito mais sobre ela...
CONTUDO (novamente), algumas tradições serão mantidas.
Deste modo, podemos adiantar que o grupo irá realizar uma "Oração de Natal" em Dezembro, do qual não abrimos mão. Momentos de reflexão, animação e oração serão uma das prioridades, tal como tem acontecido sempre.Esta está, dentro dos nossos planos, certa, garantida, e confirmada, (rodando nos moldes habituais)!
Mas muitas mais surpresas irão existir este ano...por isso estejam atentos! .
Sem mais nada a adiantar:
Que Deus esteja connosco - Juntos!
27 de setembro de 2007

O silêncio mata...

...mas a nossa voz pode salvar! Na era das novas tecnologias, na era do viver a vida sempre a correr, da falta constante de tempo, fomos pouco a pouco deixando de escrever cartas… aquelas cartas escritas com o nosso pulso, aquelas que retratam a nossa caligrafia e no fundo tanto de nós!
E se uma carta se transformasse num gesto de amor
Estaríamos dispostos a parar um pouco para escrever uma carta?

Para tal, alguns grupos em acção de solidariedade, propõem uma iniciativa caricata, mas muito nobre: escrever uma carta/e-mail dirigida à Presidência da União Europeia apelando por este povo e por uma acção governativa! Não nos podemos esquecer que aquele povo poderia ser o nosso, e está a ser ignorado por várias nações...

As cartas serão entregues na presidência da união europeia no mesmo momento da entrega da petição em curso

Quem quiser aderir, já sabe!

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Escreva uma carta para apelar por este povo, para:

CVJ – Missionários Combonianos
Areeiro
3030-168 Coimbra

Ou por e-mail para:
jovemissio@gmail.com

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Por tantas vidas inocentes...colabore e divulgue!

Para além disso,aceite também a nossa sugestão: escreva outra carta, uma carta a Deus. Nessa carta, aproveite para agradecer todas as graças que Ele nos dá, e todos os dissabores que tanto nos fazem sofrer...peçam também a Ele para que nos dê força para lutar por todas as vítimas do genucídio do Darfur!

Não ignore os problemas do Mundo...

24 de setembro de 2007

6,470,818,671

6,470,818,671Neste momento, há seis mil milhões, 470 milhões, 818 mil e 671 pessoas no mundo.
Algumas estão tristes, outras radiantes
Algumas estão a fugir assustadas.
Algumas estão de regresso a casa.
Algumas mentem para chegar ao fim do dia.
Outras, estão a enfrentar a verdade.
Alguns são homens perdidos, em guerra com os bons.
E outros são bons, a lutar pelos perdidos.
Seis mil milhões de pessoas no mundo.
Seis mil milhões de almas.
E às vezes, só precisas de uma delas para todo o teu mundo fazer sentido... .
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6,470,818,671
E tu?
Identificas-te?
8 de agosto de 2007

Um grupo ou "o" grupo?

Foi com muito gosto e confiança que nos apercebemos que nos enviaram uma dúvida, num espaço deste sítio da internet denominado "caixa interactiva", que nos levou a uma reflexão profunda...
A questão era a seguinte:
"Olá a todos, como coordenar um grupo de jovens? quem tiver algumas hipóteses por favor manda para o meu e-mail, pois eu a estou encontrar muita dificuldade..."
E depois de muito pensarmos, temos uma resposta para a seguinte questão:
A resposta é que não há resposta! Um grupo é um grupo, e depende de vocês e da forma como vocês encaram Cristo dependentemente dos vossos objectivos e personalidades que a resposta há-de vir, a bem ou a mal...
Contudo, podemos dar-te algumas luzes sobre a nossa própria experiência de grupo...mas desde já avisamos que cada grupo tem a sua própria gerência e coordenação, e parte da vossa vida como cristãos e como jovens partir à busca e ao encontro dessa resposta: esta é a vossa primeira e principal missão do momento.
Temos também que te avisar que os grupos mudam constantemente porque as pessoas que fazem o grupo mudam também...desde modo, algo que pode parecer uma boa estratégia ontem, pode não ser uma boa estratégia amanhã, e impensável no futuro. O caminho não vai ser fácil...nem assim tem que ser!
Ter um grupo não é só partilhar os momentos "apoteóticos" e felizes de realização pessoal e grupal...na realidade, grande parte desse caminho é de muita luta, desilusão, tristeza e desãnimo. Podes vir a desiludir-te muito com as pessoas, com as relações que fazes com elas, triste com a tua própria paróquia e com a comunidade em si. Mas isso faz tudo parte de se ser um grupo!
Contudo, tudo isso não é nada comparado com a grandeza e a retribuição dada por Cristo, a quem tenta e ousa lutar! Parte dessa recompensa vai manifestar-se em ti, no teu futuro e na tua caminhada como cristão.
Para tal, vou tentar ser um pouco mais subjectivo (que é algo que eu detesto ser neste blog, pois entendo que as mensagens que aqui se colocam são de um grupo para todos, e não de membros de um grupo para todos ou alguns - o que é completamente diferente...). Sou catequista há uns anitos (poucos que sou novinho!) e aprendi imenso com isso. Contudo, o que se aprende num único ano num grupo de jovens...é abismal. E parte dessa aprendizagem é indispensável para o tipo de espírito que tem que ser transmitido, neste caso, para uma criança! Aproveita para crescer, tornares-te independente em grupo e maduro o suficiente para criares as tuas próprias armas para amar a Cristo e a Vida...
Contudo (e embora eu espere que o que já foi dito te tenha ajudado), não posso deixar de te transmitir algumas mensagens que considero (pessoalmente) essênciais para a vida em grupo:
1-Não tomar decisões ou opinar em teu nome...pensa sempre naquilo que é melhor para o grupo, e principalmente pára para pensar no que Jesus faria se tivesse no teu lugar...se pensares assim, certamente vais ter mais confiança no teu caminho! Na realidade, a oração é uma boa conselheira e uma boa ouvinte...
2-Não vendas os teus valores e os valores do teu grupo.
3-Lembra-te sempre que um grupo não tem que ser feito por imensas pessoas...há uma diferença grande entre uma multidão e um grupo! Um grupo não se mede pelo número de pessoas que o constituem, as suas idades ou os seus bens materiais, mas sim pelo que aprendeu e conquistou em nome de Cristo e do Amor.
4-Um grupo não tem que ser eterno: tem que ser construtivo e em eterna construção! Dura enquanto vocês quiserem e Deus assim o entender que é bom para vocês! Assim, ninguém vos pode julgar caso o vosso grupo dure um dia ou 50 anos...tal não é sinal de qualidade!
5-Não desistas por achares que não pertences no grupo. Tenta sim, antes de tudo, tentar dar tudo de ti. Porque se deres tudo de ti, receberás o necessário do grupo para te sentires completo! Se não deres tudo de ti, todo o teu trabalho, toda a tua motivação, dificilmente encontrarás (mesmo que esteja "chapado" no teu nariz) realização na tua vida cristã...
6-Tens que o encarar como uma prioridade. Porque ser-se um membro de um grupo não é só fazer-se parte dele: é encará-lo como algo vital na tua vida...esta é a diferença primordial entre quem continua nele e quem desiste...Cristo tem que ser sempre uma prioridade! Pensa também que podes ser muito bom acólito, escuteiro...mas se deixares o teu grupo de jovens menosprezado, estarás também a deixar Cristo profundamente triste, porque não estarás lá por Ele mas por ti...
7-Lembra-te sempre, SEMPRE disto: nunca estás sozinho. Nem quando todo o teu grupo te abandonar. Duas pessoas já são um grupo (é estranho mas verdadeiro), e Cristo nunca te deixará...e vocês os dois já são, por si, um grupo! Agora a magia é partilhar dessa união com mais pessoas!
8-Não fiques triste com os membros do grupo que o vão (naturalmente) abandonar ao longo do tempo. Sim, é um abandono...mas por vezes é melhor para eles e para o grupo. É claro que no início poderá haver uma mágoa, mas faz parte de se ser cristão resolver isso...e perdoar.
9-Para serem um grupo, um grupo A SÉRIO têm que ser amigos ou, pelo menos, respeitarem-se muito e verem uns nos outros qualidade como seres humanos...é na face deles que tu terás de ver Cristo, e por vezes é muito difícil...mas como já te dissemos, faz parte da "aprendizagem". Vocês não são uma impresa: são pessoas. Tratem-se como tal (isto é muito difícil)!
10- Respeita os outros grupos com quem tens que conviver. Por vezes eles podem fazer coisas que te magoem como grupo...e não te esqueças que não é por eles errarem ou seguirem caminhos "pouco convenientes" que tu também tens que errar e perder os teus valores como grupo...aprende a aceitá-los, como se fossem também membros do teu grupo (porque o são, pois são cristãos)!
Mas, mais uma vez, isto não é fixo...parte apenas de quem vive num grupo, de entre o grande grupo dos cristãos, exercita a sua fé a partir desse específico.
Deus está a olhar para ti...não te esqueças! E pede ajuda! Não há mal nenhum nisso...nós cá estaremos para te responder a ti, e a qualquer outra pessoa: esse é o intuito deste espaço!
Caso não tenhas reparado, deste um grande passo...só por te teres preocupado, nota que tens vontade de Ser Grupo...e isso, aos olhos de cristo e de um grupo, é algo grandioso!
De certeza que vais encontrar o teu caminho, desde que não o pares: e isso depende somente de ti. Sê paciente...

Se alguém mais quiser dar umas ajudas, e a sua experiência de vida e de grupo, pode comentar neste blog e ajudar-te um pouco...poderão, obviamente também discordar com o que foi dito e não estarem mais certos ou errados por isso! São diferentes perspectivas de vida...

Mas queres mesmo saber a resposta às tuas incertezas? Não está na boca de ninguém...

A tua missão como cristão é descobri-las!
22 de julho de 2007

Um pecado mais que original

Aqui fica uma história muito curiosa, que não vem na bíblia, e que é uma variante sobre a história do pecado original, contada por algumas tribos características do deserto fronteiro com Marrocos
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Eva passeava pelo Jardim do Éden, quando a serpente se aproximou.
"Come esta maçã!", disse a serpente.
Eva, muito bem instrída por Deus, recusou.
"Come esta maçã!", insistiu a serprente, "porque vais precisar de ficar mais bela para o teu homem."
"Não preciso", respondeu Eva. "Porque ele não tem outra mulher além de mim."
A serpente sorriu: "Claro que tem!"
E como Eva não acreditava, levou-a até ao alto de uma colina, onde existia um poço.
"Ela está dentro desta caverna; Adão escondeu-a ali!"
Eva debruçou-se e viu, reflectida na água do poço, uma linda mulher. Nesse momento, comeu a maçã que a serpente lhe estava a oferecer, desconfiando de Adão, de Deus, e de si própria.
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Segundo esta mesma tribo de Marrocos, volta ao Paraíso todo aquele que se reconhece no reflexo do poço, e já não teme a si próprio.
20 de julho de 2007

Um erro que faz a diferença...

Às vezes, acostumamo-nos com o que vemos nos filmes, e acabamos por nos esquecer por da verdadeira história...
Lembram-se dos "10 Mandamentos"?
Claro que sim...ao menos já ouviram falar!
Então, de certeza que se lembram de Moisés e da famosa história da Páscoa, mais precisamente da altura em que ele levanta o seu bastão, as águas do Mar Vermelho se dividem, e o povo hebreu atravassa por entre a água imensa...
Certo?
Pois bem...na Bíblia, isto está descrito de uma forma diferente...que faz toda a diferença!
"Aí, Deus ordena a Moisés: 'Diz aos filhos de Israel que marchem' ". E só depois de começarem a andar é que Moisés levanta o bastão, e o Mar Vermelho se abre!
E qual é a diferença entre Deus ter aberto o caminho antes ou depois do povo dar o primeiro passo, ou não o dar? Toda! Porque só a coragem no caminho faz com que o caminho se manifeste.
Por vezes, para vermos Deus e aceitar-mo-Lo em nós, não temos que esperar que ele dê o primeiro passo...porque ele também espera isso de quem tenta descobri-Lo!
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Dá o primeiro passo e dá a Deus uma oportunidade...
3 de julho de 2007

O Momento da Aurora

Durante o Fórum económico de Davos, o prémio Nobel da Paz, Shimon Peres, contou a seguinte história:
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"Um rabino reuniu os seus alunos e perguntou:
-Como é que sabemos qual é o preciso momento em que a noite acaba e o dia começa?
- Quando, à distância, somos capazes de distinguir uma ovelha de um cão - disse um rapaz.
-Na verdade - disse outro aluno -, sabemos que já é dia quando conseguimos distinguir, à distância, uma oliveira de uma figueira.
-Não é uma boa definição.
-Qual é a resposta, então? - perguntaram os alunos.
E o rabino respondeu:
-Quando um estrangeiro se aproxima, o confundimos com um nosso irmão e os conflitos desaparecem - este é o momento em que a noite acaba e o dia começa.
27 de junho de 2007

O conflito de Darfur, nos olhos de uma criança

Mohmoud, 13 anos
Psicóloga enviada dos Direitos humanos: O que se está a passar aqui?
Mahmoud: Estes homens de verde estão a levar as mulheres e as meninas...
Psicóloga dos direitos humanos: O que estão a fazer?
Mahmoud: Estão a obrigá-las a serem mulheres deles!
Psicóloga dos direitos humanos :O que se está a passar ali?
Mahmoud: As casas estão a arder.
Psicóloga dos direitos humanos: E o que se está a passar acolá?
Mahmoud: São aviões barulhentos...estão a deixar as pessoas manchadas...

Gamal e Anwar, 12 e 10 anos
Gamal e Anwar: Precisamos de ir para casa...mas já lá não há lar!
Magda, 9 anos
Magda: Havia uma avião. Aquela é a nossa vila a arder...e aquele Janjaweed roubou o nosso camelo...não temos nada.
Alá, 13 anos
Alá: Eu vi muitos da minha família morrer. Os janjaweed sabem que o que estão a fazer...está errado...
Jamil, 12 anos
Jamil: Nós precisávamos de ajuda, mas não estava lá ninguém para nós...Eles eram rápidos e começaram a disparar contra nós em camelos e cavalos muito grandes!
Salah, 13 anos
Sarah: Havia soldados do Sudão, Janjaweed, aviões e bombas. Eu vi os Janjaweed levarem as raparigas e as mulheres. As mulheres estavam a gritar. Elas tentavam fugir, mas eles tomaram-nas à força. As mais bonitas foram levadas...as raparigas mais pequenas também, penso que com 5 e 14 anos. Umas voltaram a chorar 5 ou 6 horas depois...outras nunca mais chegaram!

Leila, 9 anos
Psicóloga dos Direitos Humanos: O que está a acontecer no teu desenho?
Leila: A minha vila está a ser queimada...
Psicóloga dos Direitos Humanos: E ali? [apontava para uma mulher que parecia estar de cabeça para baixo]
Leila: É uma mulher e está morta!
Psicóloga dos Direitos Humanos: Porque é que a cara dela está vermelha?
Leila: Oh, porque foi atingida na cara.
Psicóloga dos Direitos Humanos: O que é aquela coisa redonda? E aquele senhor de verde?
Leila: Aquilo é um tanque...o outro é um soldado mau...

Mostafa, 9 anos
Mostafa: No meu desenho eu e a minha família estamos a fugir deles...

Nur, 9 anos
Nur: Este é o meu irmão. Está escondido no Sudão. Ele não está feliz...
Psicóloga dos Direitos Humanos: Porquê?
Nur: Ele queria estudar mas não pode...as escolas arderam!

Amicael, 10 anos
Amicael: Neste desenho estamos a fugir...mas nunca mais vi o meu pai depois de ter vindo para aqui (campo de refugiados)!

Abd al-Rahman, 13 anos
Abd al-Rahman: Ainda não consigo dormir à noite desde esta noite...

Taha, 14 anos
Taha: O primeiro avião aterrou no nosso jardim...a minha mãe tapou-me os olhos mas o clarão e o sangue nunca mais me sairam da cabeça...

Musa, 15 anos
Musa: Depois deste dia (Julho de 2003) nunca mais vi os meus pais...o meu tio diz que eles morreram, mas ele também não pode cuidar de mim!

Doa, 11 anos
Doa: Ele agarrou na senhora, maltratou-a sexualmente e depois executou-a...eu tinha medo que me fizesse o mesmo, por isso escondi-me...
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Darfur?
Admitir o Genocídio obriga-nos a agir...

13 de junho de 2007

O Pianista

Fotografia tirada na Escola Secundária Rainha D. Amélia
Lisboa-2007
Vou a andar, distraído, por um centro comercial, acompanhado de uma amiga violinista. Úrsula, nascida na Hungria, é actualmente uma figura de destaque em duas filarmónicas internacionais. De repente, ela pega no meu braço:
- Ouça!
Ouço. Escuto vozes de adultos, gritos de crianças, ruídos de televisões ligadas em lojas de electrodomésticos, saltos de sapatos a bater contra o chão de ladrilhos, e aquela famosa música, omnipresente em todos os centros comerciais do mundo.
- Então, não é maravilhoso?
Respondo que não escutei nada de maravilhoso ou fora do normal.
- O piano! - diz ela, olhando-me decepcionada. - O pianista é maravilhoso!
- Deve ser uma gravação.
- Não digas disparates.
Ouvindo com mais atenção, é óbvio que aquela música é ao vivo. Está a tocar uma sonata de Chopin naquele momento e, agora que me consigo concentrar, as notas parecem ocultar por completo o barulho que nos cerca. Andamos pelos corredores cheios de gente, de lojas, de ofertas, de coisas que, segundo anunciam toda a gente tem - menos eu ou você. Chegamos à praça da restauração: pessoas a comer, a conversar, a discutir, a ler jornais, e uma dessas atracções que todos os centros comerciais procuram dar aos seus clientes.
Neste caso, um piano e um pianista.
Toca mais duas sonatas de Chopin, e logo a seguir Shubert, Mozart. Deve ter cerca de 30 ano; uma placa colocada ao lado do pequeno palco explica que é um famoso músico da Geórgia, uma das ex-repúblicas soviéticas. DEve ter procurado trabalho, as portas fecharam-se, desesperou-se, resignou-se, e agora está ali.
Mas não tenho a certeza se está mesmo ali: os seus olhos fitam o mundo mágico onde estas músicas foram compostas, as suas mãos partilham com todos o amor, a alma, o entusiasmo, o melhor de si próprio, os seus anos de estudo, de concentração, de disciplina.
A única coisa que parece não ter percebido é que ninguém, absolutamente ninguém, foi ali para o ouvir, mas foram comprar, comer, distrair-se, ver montras, encontrar amigos. Um prossegue a marcha. O pianista não viu isto - ainda está a conversar com os anjos de Mozart. Tão-pouco viu que existe uma plateia de 2 pessoas, uma das quais, uma talentosa violinista, escuta-o com lágrimas nos olhos.
Lembro-me de uma capela onde entrei uma vez por acaso e vi uma rapariga a tocar para Deus; mas estava numa capela, aquilo fazia sentido. Neste caso, ningué, está a ouvir, possivelmente nem sequer Deus.
Mentira. Deus está a ouvir. Deus está na alma e nas mãos deste homem, porque ele está a dar o melhor de si próprio, independentemente de qualquer reconhecimento, ou do dinheiro que recebeu. Toca como se estivesse no Sclara de Milão ou na Opéra de Paris. Toca porque esse é o seu destino, a sua alegria, a sua razão de viver.
Sou tomado por uma sensação de profunda reverência. Respeito por um homem que naquele momento está a relembrar-me de uma lição importantíssima: tu tens uma lenda pessoal para cumprir, e ponto final. Não importa se os outros apoiam, criticam, ignoram, toleram - tu estás a fazer isso porque é o teu destino na terra, és a fonte de qualquer alegria.
O pianista acaba outra peça de Mozart, e pela primeira vez nota a nossa presença. Cumprimenta-nos com um educado e discreto aceno de cabeça, fazemos o mesmo. Mas de imediato regressa ao seu paraíso, e é melhor deixá-lo ali, sem ser tocado por nada neste mundo, nem sequer pelos nossos mais tímidos aplausos. Está a servir de exemplo para todos nós. Quando acharmos que ninguém presta atenção ao que fazemos, pensemos neste pianista: ele estava a conversar com Deus através do seu trabalho, e o resto...não tinha qualquer importãncia.
"Ser como o rio que flui"
Paulo Coelho
Obrigado pela presença de todas as inúmeras pessoas que nos acompanharam na Via Lucis!
3 de junho de 2007

O Caminho da Luz

Procuremos situar-nos naquele tempo.
Jesus tinha sido crucificado e tinha morrido. Os apóstolos eram perseguidos e procuravam não se fazer notar, pelo medo que tinham do que lhes poderiam fazer.
Teria tudo acabado?
Não.
Naquela noite de Sábado Santo para Domingo de Páscoa, algo aconteceu, algo de extraordinário. Algo que iria mudar todo o curso da humanidade. Jesus, como seria esperado, travou uma batalha com a morte e venceu. A morte derrotada, deu um lugar eterno à Vida, por vitória de Jesus. De uma certa forma, se antes tínhamos trilhado, com Jesus, o caminho até ao Calvário, acompanhando no Caminho da Cruz, também agora Ele nos convida a trilhar o Seu Caminho da Glória.
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A "Via Lucis" foi adiada para o outro dia comemorativo, por pedido de vários fiéis, e devido ao próprio significado do dia seguinte: O feriado nacional do Corpo de Cristo.
Apareçam, e vivam connosco a força de Cristo ressuscitado!
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"Via Lucis"
Nova data: 6 de Junho (quarta-feira)
Igreja de Nª Srª da Ajuda
21:30h
27 de maio de 2007

O Monólogo do Velho da Horta - Reflexão de Pentecostes

Antes de ler a seguinte reflexão, tome as devidas precauções:

Não leia caso não queira mudar o rumo da sua vida!

.Entra um velho, o velho da horta, e diz:
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«- De onde é que me veio esta ideia de que a minha vida é minha? O que me fez pensar que este corpo, que o meu destino, que a minha sorte são meus? Eu actuo diariamente como se fosse dono de mim, como se mandasse nos meus membros, como se isso fosse a minha responsabilidade, o meu destino, a minha preocupação, a minha dificuldade. Mas de onde me veio essa ideia?
Se eu olhar com atenção e objectividade, tudo o que sei aponta noutro sentido. Nasci sem dar por isso. Não fiz nada para nascer assim, nascer aqui, nascer neste tempo. Um dia acordei e notei que existia, mas não fizera nada para isso. Se me disserem que a minha vida me foi entregue, isso encaixa muito melhor nos factos que eu sei do que dizer que a vida é minha.
Não fiz nada para ser altou ou baixo, louro ou moreno, bonito ou feio, esperto ou estúpido. Sou o que sou não por minha obra, mas por ser o que sou. E os meus pais, que me fizeram, também não são capazes de me explicar como me fizeram, porque nasci e porque sou assim. Eles sabem que me fizeram, mas não sabem como, nem sabem fazer outro igual a mim.

Além disso, eu nem sequer controlo a minha vida depois de a ter. Eu sei que a vida me vai ser tirada um dia, sem eu poder fazer nada quanto a isso. 'E quem de vós, pelos factos' de inquietar, pode acrescentar um côvado à extensão da sua vida? Se nem as mínimas coisas podeis fazer, porque vos preocupais com as restantes?' (Lc 12, 25-26)
E todos os dias, no meio da minha labuta, sou continuamente lembrado de que controlo muito pouco do que me acontece. Sinto que domino o andamento da minha vida, mas sinto também que só domino uma pequeníssima parte da minha vida. Sou o resultado da minha educação, de influências de amigos, do ambiente, de múltiplos acasos que tiveram efeitos decisivos. Além disso, a minha vida está mergulhada num mar de influências, de efeitos laterais, de conseguências inesperadas.
Se quiser ser rigoroso, tenho de dizer que esta vida, que indiscutivelmente me está confianda, é tudo menos minha. A melhor maneira de a descrever é dizer que é como quando me emprestaram uma casa. Às vezes acontece que um amigo empresta a outro uma casa e a sua horta. E este vive na casa que não construiu, não comprou, nem mobilou, que não conhece e que não controla. Come da horta que não escolheu, que não plantou, que não cuidou. E que, quando o amigo voltar, vai ter de devolver em bom estado.
Isto não quer dizer que não tenhamos responsabilidade. Eu sinto bem que produzo efeitos na minha vida, tal como a minha conduta afecta a casa que me foi emprestada.

Assim, se quisermos ser honestos, percebemos que aquilo que o Senhor Jesus nos diz sobre a nossa vida é o que faz mais sentido.
Quando aparece alguém que nos diz; 'Quanto a vós, até os cabelos da vossa cabeç estão todos contados!' (Mt 10, 30), Ele comporta-Se como o dono da casa. É o dono da casa que conta o que é seu, que não o quer perder. Aliás, o Senhor Jesus Cristo passou a vida a fazer comparações deste tipo.
'Um homem, ao partir para fora, chamou os seus servos e confiou-lhes os seus bens. A um deu 5 talentos, a outro dois e a outro um, a cada qual conforme a sua capacidade; e depois partiu...Passado muito tempo, voltou o senhor daqueles servos e pediu-lhes contas' (Mt 25, 14-15 e 19). Ele é o enhor dos servosa acertar contas do que nos deu. Nós somos os servos.
'Um chefe de família plantou uma vinha, cercou-a com uma sebe, cavou nela um lagar, contruiu uma torre, arrendou-a a uns vinhateiros e ausentou-se para longe. Quando chegou a época das vindimas, enviou os seus servos aos vinhateiros, para receberem os frutos que lhe pertenciam.' (Mt 21, 33-34). Ele é o chefe da família e o dono da vinha. Nós somos os vinhateiros, somos a vinha.
"Saiu o semeador para semear a sua semente". (Lc 8, 5). Ele é o semeador. Nós somos a semente, ou a terra que recebe a semente.
"Um homem tinha dois filhos. O mais novo disse ao pai: 'Pai dá-me parte dos bens que me corresponde'. E o pai repartiu os bens entre os dois." (Lc 15, 11-12). Ele é o pai. Nós somos os filhos.
Nós podemos duvidar que Ele seja quem diz ser. Não temos a certeza se Ele é quem confirma. Não sabemos se Ele é dono da casa, o chefe de família e dono da vinha, o semeador, o pai. Não sabemos nem temos maneira de saber. Agora o que não há dúvida é de que nós somos exactamente como Ele diz que somos. Não há dúvida de que a nossa vida é assim. É como a dos servos que receberam talentos, dos vinhateiros em vinha alugada, terra semeada por outros, filhos que recebem a herança. A única coisa que podemos observar, a nossa vida, confirma o que Cristo disse.
O facto de sermos vinhateiros em vinha alugada, hortelãos em horta alheia, terra semeada por outros, não quer dizer que não tenhamos responsabilidade. Nós temos de pôr os talentos a render; mas os talentos, não os fizemos nós. Nós temos de tratar da horta; mas a horta não é nossa.. Nós temos de fazer germinar a semente; mas a semente caiu aqui. Nós temos de utilizar a herança; mas outro no-la deu.
Há uma parábola que diz isto de forma ainda mais clara.
"Quem será, pois, o administrador fiel e prudente a quem o senhor pôs à frente so seu pessoal para lhe dar, a seu tempo, a ração de trigo? Feliz o servo a quem o senhor, quando vier, encontrar servindo assim. Em verdade vos digo que o porá à frente de todos os seus bens. Mas, se aquele administrador disser consigo o mesmo: 'O meu senhor tarda em vir' e começar a espancar servos e servas, a comer, a beber, a embriagar-se, o senhor daquele servo chegará no dia em que ele menos espera e a uma hora que ele não sabe; então, pô-lo-á de parte, fazendo-o partilhar da sorte dos infiéis. O servo que, conhecendo a vontade do seu senhor, não se preparou e não agiu conforme os seus desejos, será castigado com açoites. Aquele, porém, que, sem a conhecer, fez coisas dignas de açoites, apenas receberá alguns. A quem muito foi dado, muito será exigido; e a quem muito foi confinado, muito será pedido." (Lc 12, 42-48)
Nós vemos bem que isto tem de ser verdade. Nós vemos todos os dias pessoas que vivem a vida como a administração de uma propriedade preciosa, e lidam com os outros de forma leal, cuidadosa e respeituosa. Mas vemos outros que se põem a "espancar e servos e servas, a comer, a beber e a embriagar-se". E sabemos que os que "conhecendo a verdade do senhor" fazem o mal levam mais açoites que os que "sem a conhecerem, fazem coisas dignas de açoites."
Cristo é o único homem da História que Se comporta como se fosse o dono da vida. E o que Ele diz corresponde ao que eu vejo na minha vida. Eu não sei de onde vim, mas sei que não sou dono disto. A minha vida foi-me emprestada. Cristo é a única pessoa que me diz isto.
A sociedade moderna diz que eu sou dono da minha vida, o que é evidentemente falso. O budismo diz que a vida é só dor e sofrimentos, o que também é evidentemente falso. As mitologias, o hinduísmo, o xintoísmo dizem-me que eu posso comprar a vida com alguns cultos aos poderes do universo, o que é evidentemente falso. O islamismo e o judaísmo dizem-me que alguns homens (Moisés, Moamé) falaram com Deis, o senhor da vida, que lhes disse o que deveríamos fazer, o que até pode ser verdadeiro.
Mas só Cristo diz coisas como: "Quem quiser salvas a sua vida, vai perdê-la; mas, quem perder a sua vida por minha causa, há-de encontrá-la. Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua vida? Ou que poderá dar o homem em troca da sua vida?"(Mt 16, 25-26)
Nós passamos a vida a falar de nós. No entanto, nós não somos o assunto. O único assunto da nossa vida é Ele, é Cristo. Viver cada momento da nossa vida com os olhos postos no Céu é a única coisa que faz sentido.
Cristo veio dizer-nos que nós não somos daqui. Nós somos do Céu e caímos aqui. Nós somos do Céu. Ou, se preferirem, da Igreja, que é o corpo de Cristo. A Igreja aqui na Terra, a "Igreja militante", é já o início do Céu, da "Igreja triunfante". Estamos já a viver o início do Céu. A única razão por que estamos aqui é porque o Senhor precisa de nós. Quer precisar de nós na Igreja. Quer precisar de nós para trazermos o Céu para aqui.

Somos do Céu mas estamos aqui em "comissão de serviço". A nossa missão é trazer o Céu, uma parte do Céu, um bocadinho do Céu a este mundo. Fazer tudo aquilo que faz de nós pessoal salvas. A nossa missão é tornar já aqui presente o Céu, o Céu de onde somos. "Estou crucificado com Cristo. Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim" (Gl 2, 19-20).
A minha missão é fazer o Céu aqui mesmo.
Nesta horta. »

"Autos de Natal"
João César das Neves
Lucerna

Lembrar:

-No próximo dia 2 de Junho às 21:30h (e visto que já hoje é dia de Pentecostes) o grupo Ser Ajuda irá realizar a sua habitual Festa de Pentecostes. Depois da "Via Lucis I" e "Festa do Fogo", o grupo irá realizar a sua segunda Via da Luz. Aliás, acompanhámos Jesus no seu sofrimento (Via Sacra)...porque não apoiá-lo no seu triunfo?
Esta actividade do grupo vai ser muito especial, já que vai ser a última actividade a marcar um ciclo do grupo, a nível de actividades. O grupo mudou, a estrutura do grupo mudou, e as actividades e o caminho da missão têm que se auto-recriar cada vez mais para mantermos a chama do grupo acesa!

- O grupo foi convidado a ir ver o fabuloso Requiem de Mozart, na Igreja de S. João de Brito em Lisboa, dia 22 de Junho pelas 21:30h...Acompanhe-nos!

-Recebemos também um convite para ir ver o musical/espectáculo "Jesus Cristo Superstar" de Filipe La Féria que foi apresentado no Teatro Rivoli, no Porto...esperamos, neste Pentecostes, ardentemente para que a produção chegue a Lisboa!

- Para além disso, o grupo tem recebido vários convites de todo o país para actividades...Uma delas foi o festival "Louvai ao Senhor", O Festival Musical Online! O grupo não foi a tempo de participar, mas convida a todos os interessados que votem nas suas músicas preferidas, a partir do dia 27 de Maio!

18 de maio de 2007

Exposição do Concurso de Arte Cristã!

O Ser Ajuda tem o prazer de vos anunciar que está aberta a "Exposição do Concurso de Arte Cristã", na Sala de Pedra da nossa paróquia!
Deste modo, apresentaremos os vários trabalhos e histórias de forma definitiva à comunidade, que devido ao facto de terem sido elaborados muito perto do Natal (o concurso começou no dia 1 de Janeiro), muitos desses projectos são alegóricos a essa época!
Trabalhámos afincadamente...
...foi tudo preparado ao pormenor!Nesta exposição foi exposta a história vencedora: "Sorrir"...
...a história "Não acreditar" (segundo lugar)...
...a história "Hoje de Manhã" (terceiro lugar)......assim como outras histórias enviadas!Do mesmo modo (e em primeira-mão), a exposição engloba o primeiro lugar da categoria "Melhor trabalho manual cristão"- um presépio versão "panorãmica" realizado pela sala dos 4/5 anos do Centro Paroquial de Nª Srª da Ajuda......outro presépio, desta vez 3D, realizado pelo 4º Volume da nossa paróquia (segundo lugar)...
...o terceiro lugar, um resumo da história de Jesus, elaborado por um catequisando de 10 anos (terceiro lugar)...
...o prémio mérito realizado por outra catequisanda da nossa paróquia...
...acompanhado pelo seu homónimo, realizado por uma criança de 5 anos do Centro Paroquial!
Nesta exposição, estarão também presentes outros projectos!
Tivemos tempo para passar um bom tempo em grupo, sempre em renovação...
...e até tirámos a fotografia do momento!
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Sendo assim, já sabem! Nos dias 19 e 20 de Maio venha visitar a nossa Exposição, e veja o que de melhor foi feito no "Concurso de Arte Cristã"!

Venham ver! Esperemos que gostem!

Grupo sócio-caritativo sedeado em Lisboa e formado a 27 de Fevereiro de 2005 - "Não se trata apenas da mística da caridade, mas de a concretizar"(Francisco dos Santos, 2009) >> Segue todas as nossas actividades aqui e no Facebook!>> Madrid 2011, o momento do ano está a chegar... de 15 a 22 de Agosto de 2011

Comunicação Social

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