10 de fevereiro de 2007
Referendo do ano de 2072

Antevisão da postagem de 11 de Fevereiro do blog S.A., dentro de 65 anos
Depois da "despenelização do aborto em 2007", a "legalização da eutanásia" em 2025 e a "legalização do "homicídio pró-vida"em 2037, Portugal irá encarar o novo referendo juntamente com a União Europeia, hoje em dia alargada em todos os países do continente europeu: a "abolição da Fé".
Este é já o terceiro referendo que se faz sobre o assunto, embora todos os dias exista quem a ponha em causa. Em 2007, Portugal votou esmagadoramente a favor da despenalização do aborto. Portugal ainda está a avaliar se a decisão da altura foi boa ou má...embora, como sempre, os dados sejam contraditórios.
O referendo de 2037 serviu para "restituir a saúde pública, os cuidados médicos básicos e as condições de vida de quem quer ser feliz e não é respeitado"(palavras do Comissário Geral das nações unidas). As primeiras medidas foram a liberdade imediata de quem mata, a abolição dos missionários e o uso de bombas atómicas em países desfavorecidos, para assim "acabar com o sofrimento, a fome, a doença e a infelicidade dessas pessoas que não têm por onde se agarrar, completamente inspiradas pela luta dos direitos humanos, claro". Esta medida tornou-se eficaz, visto que hoje em dia, em Áfria, o nível de vida subiu!
Mas o referendo de hoje, dia 11 de Fevereiro de 2072, é precisamente a "abolição da fé". Na bancada do SIM, todos gritam pela "existência de um país e de um mundo moderno, onde tais "crenças mediavais" sejam tornadas passado, mesmo que para isso percamos a pouca esperança que nos resta."
O NÃO...esse só tem um único "slogan": "Pai Nosso, que estais no Céu; santificado seja o Vosso nome; venha a nós o Vosso reino; seja feita a Vossa vontade, assim na terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal..."
As primeiras sondagens revertem para o modernismo, ou seja, o SIM. Porque lutamos não pelo que é realmente importante, mas sim pelo nosso egoísmo, falta de fé e falta de Amor uns pelos outros. É certo que é preciso coragem para dizer : "Amen, eu acredito"!
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"Num mundo muito mais perto do que se julga..."
Original: SA
11/02/2072
O Referendo avisinha-se e nós por cá também temos a nossa pequena previsão realizada neste espaço...duvidamos, obviamente, da sua credibilidade:
Mas...será a vida referendável?
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2 comentários:
Infelizmente o sim ganhou.
Provavelmente daki uns 5 a 10 anos iremos ver quais as reais consequências deste acto, mas sabem... acho q n teremos de esperar até 2025 para um referendo sobre a Eutanásia...
Só me resta pensar... Qual é o valor da vida humana?
Politicamente tudo pode ser refrendável, e mesmo regulamentado. Não devemos de confundir o que é de César e o que é de Deus, e o que é de Deus (para nós crentes) tem mais valor e é muito superior do que qualquer decisão política.